Combate ao sedentarismo


Pesquisa da Fundação Seade, divulgada nesta semana, mostrou que quase a metade da população do estado de São Paulo não faz atividade física.

Prefere adotar um estilo de vida sedentário e prejudicial à saúde, ficando sujeito aos mais diversos problemas, como diabetes, hipertensão, colesterol alto, asma e até depressão

O resultado reflete também o que acontece na cidade de São Paulo. Está mais do que provado por pesquisas científicas que combater o sedentarismo aumenta a qualidade do seu dia-a-dia, reduz problemas de saúde e aumenta a expectativa de vida. Para o poder público, significa diminuir despesas com a saúde para aplicar o recurso de maneira mais racional e positiva.

Prefeitura deveria aumentar o número de parques municipais, com pistas de ciclismo, caminhada e corrida, parque para as crianças, quadras poliesportivas e as academias para os idosos. Há uma carência na periferia que precisa urgentemente ser sanada. Obviamente, não basta a Prefeitura disponibilizar um monte aparelhos e a população não usar nada. É preciso conscientizar os paulistanos sobre a necessidade de ter uma alimentação mais saudável e equilibrada, combater o abuso do álcool e do cigarro.

Precisamos introduzir uma sementinha na cabeça das nossas crianças sobre quão legal é adotar hábitos saudáveis, comer bem, fazer esportes, assim como brincar e se divertir. Muitas escolas da rede municipal têm professores e a direção preocupadas em levar para os alunos experiências importantes com a alimentação, mas deve haver um esforço ampIo e real da prefeitura para implementar essas boas ideias em toda a rede porque, no geral, merenda escolar ainda é muito pobre em valor nutricional. Ninguém precisa de uma hora para outra se matricular numa academia, correr uma maratona, andara pé de casa ao trabalho. Bastam pequenas ações para mudar o cotidiano.

Artigo publicado no jornal Diário de S. Paulo em 17/01/2016.

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