Dia da árvore


São Paulo, apesar de uma cidade tão grande, tão construída, ainda encontramos árvores belíssimas. Um dos projetos de lei que protocolei este ano visa reduzir o tempo de espera para podas de árvore de 3 anos para 3 meses.

Chama atenção por exemplo, a quantidade e o porte das paineiras existentes na região de S. Miguel Paulista, na zona leste de SP. Lindíssimas, antigas ainda florescem todos os anos. Mesmo no centro da cidade, encontramos algumas árvores que chamam atenção. Por exemplo a figueira centenária que existe no Largo da Misericórdia ou o raro exemplar de Chicha, no Largo do Arouche.

Quaresmeira, foto por Andrea Matarazzo

Na região dos Jardins, por todo bairro ainda encontramos árvores antigas. Frondosas. Um exemplo é a Figueira belíssima centenária que esta na Haddock Lobo perto da rua Estados Unidos. É urgente porém, implantarmos em SP um sistema de manutenção das árvores já que elas são’ vitais para o meio ambiente e para a beleza da cidade.

Primavera Vermelha, na Vila Madalena. foto por Andrea Matarazzo

 

Ipê Amarelo, foto por Andrea Matarazzo

Projeto de Lei propõe agilizar a poda de árvore

Recentemente, uma árvore desabou em um carro e um ônibus na Av. Nove de Julho. O trânsito deu um nó e a cidade parou. Se a árvore tivesse sido podada, talvez não caísse. A demora em atender os pedidos de poda de árvores é uma das principais reclamações do paulistano. Pela lei, a poda de uma árvore só pode ser feita por técnicos da prefeitura, depois da visita de um engenheiro ambiental para fazer um laudo. Isso demora em média um ano e meio. Afinal, não passam de 100 os funcionários da Secretaria do Verde e Meio Ambiente dedicados ao serviço.

Um dos projetos de lei que protocolei este ano, o PL 159/2013 visa reduzir o tempo de espera para podas de árvore de 3 anos para 3 meses. A solução que propus foi aumentar o número de técnicos aptos a supervisionar os laudos elaborados e a fiscalizar as empresas contratadas para efetuar podas de árvores. A Prefeitura de São Paulo permite que apenas os engenheiros agrônomos concursados tenham a competência de elaborar o laudo que autoriza o corte ou a poda.

É preciso mudar este cenário. Os cerca de dois milhões de árvores da cidade não podem ser acompanhados por um pequeno grupo de engenheiros agrônomos.